Temporada de 2019 da Fórmula 1 contará com dois brasileiros como pilotos de teste na categoria.

É meus amigos, a temporada 2019 da categoria está prestes a começar, como diria Galvão Bueno, “prepare as suas emoções”, mas, preparar as emoções para torcer por quem?

Felipe Massa pela Sauber em 2005. Foto: Christopher

A saudade bate…

Quando não ouvimos mais o “Tema da Vitória“, bate quando vemos que não há mais brasileiros no grid, principalmente quando não vemos mais nomes como Senna, Barrichello, Massa, Fittipaldi, Piquet, dentre tantos outros que deram alegrias para o povo brasileiro.

Bruno e Ayrton Senna pilotando pela Lotus. Foto: Getty Images

as chances de termos um piloto brasileiro no grid durante a temporada de 2019 são relativamente grandes. Principalmente a bordo da McLaren, onde Sérgio Sette Câmara fora anunciado como piloto de testes da equipe de Woking. Já na americana Haas, que conta com o jovem Pietro Fittipaldi, também como piloto de testes.

Porém, como os pilotos de testes poderiam evoluir para estarem no grid?

A tal “evolução” para termos os brasileiros no grid da F1 seria através da famosa “dança das cadeiras”, muito praticada pela própria McLaren, seja por uma prova (Jenson Button em 2017), ou, para o restante da temporada (De La Rosa em 2006), sendo aí as chances do jovem Sette Câmara assumir um cockpit.

Sette Câmara em seu cockpit da MP Motorsport. Foto: Sebastiaan Rozendaal / Dutch Photo Agency

Um sobrenome de peso na Haas

Já na equipe norte-americana, surge um nome de peso que rapidamente deverá estar entre os 20 principais nomes da Fórmula 1, trata-se de Pietro Fittipaldi. Neto de Emerson e primo de 3° grau de ChristianPietro podemos dizer que está em “casa”, pois, além de ser mais um brasileiro na Fórmula 1, seria a terceira geração dos Fittipaldi. Além de também ser o primeiro piloto brasileiro na categoria a também possuir a cidadania estadunidense.

Pietro surpreende em seu primeiro teste na Haas. Foto: Divulgação / Autoracing.

Torcedor não deve perder as esperanças, jamais!

Pois, mesmo sendo relativamente grandes as chances de um dos dois pilotos assumirem um carro durante a temporada de 2019, podemos tratar com quase certeza que em 2020 teremos uma nova safra de brasileiros na categoria de automobilismo mais popular no Planeta. Por fim, boa sorte aos dois pilotos na temporada, que começa na Austrália em março.

Não vamos perder as esperanças! 2019 promete!
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