A fusão de Lee Fixel impulsiona um investimento de US $ 32 milhões na Drupe, lançamento do B2B brasileiro ‘Compre agora, pague depois’ – TechCrunch

Os investidores globais continuam a ser atraídos para a América Latina.

TruePay, Uma startup sediada em São Paulo com um ano de idade chamada “Compre Agora, Pague Depois” anunciou hoje que arrecadou $ 32 milhões na rodada financeira da Série A, liderada por Lee Fixel.

O investimento ocupa o primeiro lugar na Série A na América Latina. Isso acontece três meses depois de Kaszek e Monashees co-presidirem uma rodada de sementes de US $ 8,5 milhões envolvendo a participação da ONEVC e da Global Founders Capital.

O objetivo do TruePay é criar uma rede B2B “Compre agora, pague depois” onde os vendedores (industriais) podem emprestar sem risco de inadimplência e os compradores (comerciantes) podem acessar as compras de seus fornecedores de forma integrada e sem nenhum custo.

Fundada pelos ex-VCs Pedro Oliveira e Luis Eduardo Cascão, a TruePay afirma ter clientes em todos os estados do Brasil, com uma plataforma de negociação de “milhares” após cinco meses de operação. Seus fundadores afirmam que em 2021 ela terá um crescimento volátil mensal de 100% a 200%. A empresa espera crescer “dez a quinze vezes” em 2022.

Em dezembro de 2020, Olivera e Casco deixaram seus empregos como investidores de risco na Cussek e DNA Capital, respectivamente, para lançar a Fintech. TruePay difere de outras ofertas BNPL porque visa converter contas a receber de cartão de crédito do varejista (também conhecido como adiantamentos de dinheiro de comerciante) em poder de compra. A empresa afirma que, ao utilizar esses recebíveis em rede, pode garantir o pagamento ao fornecedor. TruePay visa otimizar as relações comerciais entre comerciantes e seus fornecedores, removendo as barreiras de risco padrão.

Ao usar o TruePay, os varejistas obtiveram acesso a melhores condições de pagamento com seus fornecedores, o que lhes permite fazer compras maiores com mais tempo para pagar e, finalmente, liberar capital de giro para suas operações, disse o CEO Olivera.

“Os fornecedores não serão mais o risco de inadimplência para os comerciantes, para que possam fornecer mais crédito e, assim, aumentar as vendas”, disse ele ao TechCrunch.

O dinheiro frequentemente irá para a próxima contratação. Atualmente, a empresa conta com 50 funcionários e pretende expandir para 100 até o final do ano.

“A força da solução da TruePay está na combinação da demanda real e não utilizada para liberar crédito e capital de giro entre os varejistas, liberando um grande mercado de endereços e um grupo competente”, disse Fixel em um comunicado. “Esperamos apoiar a empresa no desenvolvimento de sua tecnologia de pagamento inovadora, conveniente e acessível.”

Como informamos no passado, muitas start-ups na América Latina estão desenvolvendo tecnologia não apenas para inovação, mas também para aumentar o conteúdo financeiro na região.

Os varejistas no Brasil são vítimas de uma situação em que os prazos médios de recebimento são longos, enquanto os prazos médios de pagamento são curtos – criando uma enorme lacuna de capital de giro, de acordo com Casco.

“Essas empresas carregam a economia do país sobre os ombros, mas não há capital a um custo mínimo razoável para preencher essa lacuna”, disse ele. “Portanto, eles buscam outras soluções, como fatorar taxas de juros mais altas com empresas de pagamentos e tomar empréstimos de bancos a taxas de juros erradas. Os fornecedores desses varejistas muitas vezes têm que optar por não vender ou estender o risco de inadimplência, o que geralmente é contraproducente – negativo .TruePay foi criado precisamente para quebrar esse vórtice negativo e transformar a relação em um volante.

Tadday Köhler

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