Segundo o Jornal Folha de S. Paulo, nesta sexta-feira (19/10) com uma ação promovida pelo Ministério Público e a Justiça de São Paulo decidiram que os documentos entregues pelo Internacional eram verdadeiros, o mesmo podia ter evitado a queda para a segunda divisão em 2016. A Confederação Brasileira de Futebol alegava que as provas haviam sido falsificadas pelos advogados. Assim nada adiantaria para o clube gaúcho permanecer na primeira divisão do Campeonato Brasileiro.

O caso Vitor Ramos

Inter alegou ter conseguido os documentos com o empresário do próprio jogador e que não havia adulterado os e-mails que constava a irregularidade de Victor Ramos. Na época ele estava jogando pelo Vitória após ter passado pelo Palmeiras. Anteriormente ao time mexicano Monterrey, mas foi na segunda transferência que ele estava fora da janela internacional que a CBF estabelecia.

Para que fosse provado que ele havia jogado regularmente, teria que mostrar o certificado de transferência internacional. Assim para poder disputar o campeonato naquele ano, ou seja o clube baiano usou irregularmente o jogador durante as partidas.

Vale ressaltar que o Internacional apresentou as provas verdadeiras, sem forjar e falsificar quaisquer documentos. Por conta disso o clube pagou uma multa de mais de 700 mil reais, mas segundo o site da Folha de S. Paulo, não irão pedir indenização pelo caso.

Caso Victor Ramos vem à tona em 2018. Foto: Ricardo Duarte
Caso Victor Ramos vem à tona em 2018. Foto: Ricardo Duarte
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