Seguir atrás do sonho ou ter uma atitude realista?

Esta é uma dúvida que muita gente já teve na vida. Caso ainda não passou, irá passar. O mais novo caso é de Alexander Albon, confirmado hoje pela Toro Rosso como o companheiro de Daniil Kyviat na temporada 2019.

Albon se preparando em Sochi (fonte:fiaformula2.com)

Muito prazer, Alexander Albon

O piloto tailandês (embora nascido em Londres) de 22 anos foi um dos destaques da Fórmula 2 este ano, ficando na 3ª posição este ano. E este bom desempenho o fez aparecer nas notícias no segundo semestre deste ano. Em setembro, a equipe e.Dams Nissan o confirmou para ser um de seus pilotos na temporada 2018/2019 da Fórmula E.

Tudo parecia correr direito, com o piloto fazendo testes para se ambientar com a equipe e o novo carro da categoria, o GEN 2, que estreará no próximo dia 15 de dezembro. Mas apareceu uma situação no meio do caminho…

Albon testando o GEN2 da Fórmula E (fonte:fiaformulae.com)

Albon se viu na situação do cara que é apaixonado por uma menina, mas por diversas coisas, nunca rolou nada. Aí pelas tantas, ele conhece uma pessoa legal e começa a ter algo sério. Quando tudo começa a rolar bem, aparece a menina que é sua paixão, dizendo que quer ficar…

Uma paixão não se explica, se sente

No caso em questão, a “paixão” é a Toro Rosso, vulgo Red Bull que fala italiano. O anglo-tailandês foi piloto do programa da empresa em 2012. E a despeito de um início claudicante em monopostos  (embora tenha sido campeão inglês e europeu de kart), em 2016, Albon foi vice-campeão da GP3, ficando atrás de um tal de Charles Leclerc.

Vendo o bom desempenho de um de seus antigos pupilos, Helmut Marko começou a pesquisar mais sobre o rapaz. Diante da insatisfação com o desempenho de Brandon Hartley, Albon tornou-se uma das opções da loteria das vagas da Toro Rosso em 2019. Muita gente foi citada, como Mick Schumacher (campeão desde ano da Fórmula 3) e Daniel Ticktum (menina dos olhos do programa da Red Bull).

As negociações começaram e pareciam ir para um bom lugar. Tanto que, embora confirmado, a e.Dams teve que cancelar em cima da hora a participação nos testes de pré-temporada em Valência em outubro. E diante da deste tipo de negociação, os franceses disseram que “não seriam um empecilho” para um acordo.

Obstáculos no caminho

Mesmo com isso, ainda se considerava a permanência de Hartley e o nome de Ticktum ganhou força nos últimos dias, mesmo após o esclarecimento da FIA em relação à pontuação para a Superlicença e com a vitória no GP de Macau.

Com 5 pontos faltando para completar os 40 necessários, se cogitou que o inglês participaria da Fórmula Toyota, disputada na Nova Zelândia e Austrália e, caso vencesse, ganharia 7 pontos e estaria habilitado.

Mas a decisão precisava ser tomada logo e a Toro Rosso fez a aposta na juventude. Albon mostrou este ano na Fórmula 2 que tem condições de fazer um bom papel na Fórmula 1. O que pode atrapalhar é o fato da equipe ser o “campo de testes” da Honda para a “nave mãe”.

E o curioso é que trata da volta da Tailândia à categoria, que teve um representante entre 1951 e 1954: Birabongse Bhanubandh. Ou simplesmente, Príncipe Bira.

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6 COMENTÁRIOS

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