Brasil contradiz reivindicação da Bharat Biotech de aprovação emergencial para Kovacs

ANVISA, reguladora sanitária brasileira, que concedeu a Kovacsin apenas contrato de importação temporário em 4 de junho (expediente)

Hyderabad:

A polêmica sobre o negócio de US $ 324 milhões entre o Brasil e a Bharat Biotech – a importação de 20 milhões de doses da vacina Kovid-19 covacina ‘feita na Índia’ continua crescendo, segundo relatórios do país sul-americano de sua Autoridade Reguladora Nacional de Saúde – ANVISA – na verdade, para a EUA, fabricante com sede em Hyderabad. Utility utility) não fornecida.

Na semana passada, a Bharat Biotech negou categoricamente qualquer irregularidade de sua parte; A empresa sediada em Hyderabad disse que estava seguindo uma abordagem “passo a passo”: “EUA (recuperada) em 4 de junho”.

Porém, poucas horas depois de a empresa divulgar o relatório, a ANVISA “suspendeu” o prazo para avaliação do pedido de uso emergencial … covaxina.

Aniva destacou a diferença para o uso de EUA – este Disse que o recebeu em 29 de junho – e um Aviso de 4 de junho para importação de covax sob “condições restritas”.

O anúncio de 4 de junho foi para a importação de quatro milhões de quantidades “que só podem ser utilizadas sob certas condições (determinadas pelo governo brasileiro)”, disse a ANVISA, mantendo sua decisão sobre os EUA “… lacunas de informação na análise dos Kovacs dados …”.

A Bharat Biotech ainda não respondeu à ANVISA suspendendo seu prazo de aplicação de EUA, ou diferir entre o anúncio de 4 de junho.

A aprovação final da covaxina para uso no Brasil depende de sua satisfação com a segurança e eficácia da vacina Anisa, que é 77,8 por cento eficaz com base nos resultados do teste da terceira fase.

A polêmica, apelidada de ‘covacinar’ por alguns meios de comunicação, estourou depois que Ricardo Miranda, funcionário do Ministério da Saúde do Brasil, foi ilegalmente denunciado.

Miranda disse que foi pressionado a liberar a fatura suspeita.

Os promotores federais brasileiros e um painel do Senado estão investigando o negócio, com preços altos, negociações rápidas e aprovações regulatórias pendentes sendo motivo de preocupação no acordo de fevereiro.

O negócio de $ 324 milhões está pendente enquanto as investigações estão em andamento.

O presidente Bolzano negou qualquer irregularidade de sua parte.

Um dos pontos focais da investigação foi a fatura de US $ 45 milhões enviada pela Madison Biotech de Cingapura, que a Bharat Biotech disse ter sido criada no ano passado por seu fundador, Dr. Krishna Ela, para pesquisa, desenvolvimento, vendas e marketing. Vacinas.

Relatório detalhado do site de notícias Fio, Acompanhando a matéria com as entradas de repórteres brasileiros, disse que três dessas faturas foram levantadas pela mesma empresa.

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Dezenas de milhares de pessoas em todo o Brasil protestam contra a forma como o presidente Jair Bolzano está lidando com a epidemia (arquivo)

As alegações feitas por eles foram rejeitadas em reportagem de um jornal brasileiro Ou balão, Todos os três são registrados no Ministério da Saúde do Brasil.

O aumento dessa fatura é contrário ao que a Bharat Biotech disse na semana passada; A empresa insistiu: “A Bharat Biotech não recebeu nenhum pagamento adiantado …”.

Especialistas jurídicos dizem que uma empresa não mencionada no contrato não pode aumentar a fatura de um pagamento adiantado.

O presidente brasileiro Jair Bolzano já foi demitido por lidar com a epidemia de Govt; Uma comissão do Senado está investigando. Com milhares de pessoas tomando as ruas esta semana exigindo sua renúncia, ele também enfrenta protestos massivos sobre o ‘Portão de Covaxin’.

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Na sexta-feira, o Supremo Tribunal Federal questionou o presidente Bolzano, um promotor federal ou PGR, por reduzir sua obrigação de comprar a vacina Covit-19.

A exclusão do dever é crime no Brasil, no caso do senhor Bolzano, que é inocente.

AFP, com contribuição da Reuters

Tadday Köhler

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