Casana: Saindo do Brasil – Bebida Internacional

É o terceiro maior consumidor de destilados do planeta, mas segundo o IWSR, mais de 99% é consumido no Brasil. A Alemanha, o segundo maior mercado, responde por apenas 0,2% do consumo global.

De acordo com a Brazil Business, existem 5.000 marcas registradas, muitas mais não registradas e 40.000 destilarias.

“O consumo de kachana no Brasil é mais do que o dobro do gim mundial”, diz Hamilton Lowe, cofundador do Yahoo Kachana. “O Norte do Brasil bebe mais cafeína do que gim com tônica. É enorme.”

O consumo global de bebidas espirituosas infecciosas caiu para seu nível mais baixo na história recente, portanto, os recentes declínios de volume podem certamente ser considerados paralelos. O Brasil passou por momentos difíceis com o Covit, mas, no geral, 2020 não é um ano ruim para o gênero. Globalmente, o petróleo caiu 0,4% em 2020, de acordo com o IWSR, com melhor desempenho do que nos dois anos anteriores, com os volumes caindo 1,6% em 2018 e 2,3% em 2019. Algumas marcas de petróleo bruto foram impressionantes em situações difíceis. O Tipo Pitú conseguiu registrar 11% de crescimento anual, chegando a quase 12 milhões de caixas de 9 litros no processo.

“Embora muitos bares e restaurantes tenham fechado em 2020, houve um aumento relacionado ao consumo de álcool em casa e isso nos ajudou a atingir esse resultado”, afirma Leila Lopez, coordenadora do mercado internacional de Pitú. “Respondemos imediatamente às mudanças epidêmicas ajustando nossas estratégias de comunicação e marketing, e nossos consumidores continuaram a comprar nossos produtos online e em supermercados.”

Mas, apesar do desempenho decente localmente, o volume deve continuar diminuindo. O IWSR prevê que o volume global de petróleo cairá 1,6% CAGR de 2021-2025, mas os cinco principais mercados de exportação do petróleo bruto – Alemanha, França, Estados Unidos, Portugal e Paraguai – deverão mostrar crescimento de volume no mesmo período. Se as marcas brutas são capazes de se engajar nos mercados internacionais de forma semelhante aos eventos nacionais, o escopo dessa categoria é enorme.

Os coquetéis podem ser as chaves para outras partes do mundo. Globalmente, o kashana é conhecido por kyprinhas, mas como ingrediente, não é uma doçura ou travessura.

“Kaibrinha é um coquetel ícone da cultura brasileira, mas o melhor é dar um toque nos clássicos para mostrar a diversidade da bebida”, diz Margio Silva, ex-sócio da Gilhodina em São Paulo. “A cachaça pode ser tradicionalmente usada em clássicos que pedem um sentimento básico diferente – uma tigra feita com kachna necroni ou kachna.

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Tadday Köhler

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