Antes de mais nada, na classificação da noite passada o Galo viveu tempos distintos e conseguiu ir do céu ao inferno como um passe de mágica.

Classificado par a terceira e última fase da Pre Libertadores, o Galo sofreu de forma inimaginável, por culpa própria e quase matou a torcida.

30 minutos da classificação

A principio, quando a bola rolou no caldeirão do Horto, lotado, esperávamos uma boa apresentação do time e que a classificação viesse sem sofrimento.

Definitivamente,  com todo respeito ao Danúbio, mas ele não pode ser presa difícil ao Galo, principalmente em BH.

Em tese, esperávamos o adversário recuado, mas o Danúbio iniciou o jogo com marcação alta, pressionando a saída de bola do Galo.

Mesmo sabendo do risco, os uruguaios resolveram arriscar a pressionar logo de início, mas deu errado.

Imediatamente o Galo tomou das ações no início do jogo e logo aos 14 o Galo abriu o placar.

Imagem: Atlético/Bruno Cantini
Imagem: Atlético/Bruno Cantini

Em jogada pela esquerda, Cazares recebeu e mandou pro gol. Luan acreditou que teria rebote e mandou de cabeça para as redes. Festa no Horto.

Logo depois, Elias teve a chance de ampliar, mas chegou atrasado e acabou jogando pra fora.

O Galo amassava o Danúbio. E o segundo gol não demorou.

Aos 23 minutos, Ricardo Oliveira recebeu no campo de defesa e partiu rumo ao gol, na velocidade bagunçou os dois zagueiros e só foi parado com o pênalti cometido pelo goleiro.

O próprio Ricardo cobrou e fez o segundo do Galo.

Imagem: Atlético/Bruno Cantini
Imagem: Atlético/Bruno Cantini

E não parou por ai.

Logo depois, aos 27, Cazares brincou de vídeo game.

Com passe de triangulo, do campo de defesa, deixou o pastor livre para driblar o goleiro e fazer mais um. 3×0. Horto ao delírio, definitivamente!

Imagem: Atlético/Bruno Cantini
Imagem: Atlético/Bruno Cantini

Festa em campo, bem como, nas arquibancadas.

Classificação sem sofrimento? Dessa forma, não!

60 minutos que ameaçaram a classificação.

Após abrir 3×0 no placar e praticamente selar as vaga, o Galo dormiu em campo e viu o caldo entornar.

Aos 45 do primeiro tempo, Patric cometeu pênalti duvidoso. Grossmuller cobrou e diminuiu.

O Galo voltou ao segundo tempo com mais sono ainda, sem criar, sem querer jogar, literalmente sentado na vantagem.

E foi castigado. Logo aos 12, Siles mandou uma bomba de longe e marcou. Classificação ameaçada.

O que era sonho, começava a virar pesadelo.

Posteriormente, o Galo até que não deu chances claras ao adversário, mas por outro lado, perdeu um caminhão de chances.

Dessa forma, ainda saiu com a classificação.

O bordão que ameaça a classificação

O atleticano carrega na mente o bordão: “Se não for sofrido não é Galo”.

Parem! Definitivamente temos que acabar com isso urgente.

Tudo na vida do Galo é sofrido, não existe jogo fácil. Assim também ninguém aguenta.

Imagem: Atlético/Bruno Cantini
Imagem: Atlético/Bruno Cantini

De acordo com o todo o torcedor, o último jogo sem sofrimento foi na decisão da Copa do Brasil de 2014, vocês sabem contra quem.

Por fim, sosso time está longe de ser favorito nas principais competições, precisamos e muito nos reforçar.

Mas, antes de tudo, precisamos querer competir. O Galo, na maioria das vezes, complica jogos fáceis por falta de competitividade.

Imagem: Atlético/Bruno Cantini
Imagem: Atlético/Bruno Cantini

Talvez seja o problema do jogador brasileiro a ausência de competitividade. Mas esse costume pode, hora ou outra, custar uma classificação que pode virar vexame histórico.

Futebol é jogo de detalhes, e a competitividade é parte integrante dele.

Acorda, Galo. Não queremos que seja sofrido!

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