Ministro afirma que Brasil vai cancelar contrato da vacina russa COVID-19

Um funcionário trabalha sob supervisão de um laboratório de qualidade, onde a vacina Spotnik V contra coronavírus (COVID-19) será analisada em 20 de maio de 2021 na empresa farmacêutica brasileira Unio Guimica em Guarrelos, Brasil.

BRASÍLIA, 29 de julho (Reuters) – O Brasil planeja rescindir um acordo assinado em março com a vacina russa contra o vírus Sputnik V corona, disse quinta-feira o ministro da Saúde, Marcelo Guerrero, acrescentando que o país sul-americano enfrenta os piores surtos do mundo.

Kuroka disse que a medida foi motivada por um atraso no prazo de registro na Anvisa.

Ele acrescentou que o programa nacional de imunização do Brasil não exige uma vacina russa, o que pode mudar se o Anvisa Sputnik V for licenciado.

O contrato de importação de 10 milhões de doses foi assinado com a farmacêutica brasileira Unio Química (UQFN.UL), que planeja produzir a vacina no mercado interno para exportar para os vizinhos modernizados do Sputnik.

Mas o regulador disse que o acordo exigia a aprovação do uso emergencial da Anvisa, que foi paralisado por não fornecer os dados necessários sobre a vacina Unio Gwimica.

Dezesseis governos estaduais brasileiros solicitaram permissão para importar a vacina russa, que foi aprovada sob uma série de condições, incluindo testes no Brasil. A Anvisa disse que apenas quatro estados concordaram com os termos.

O Fundo Russo de Investimento Direto, que comercializa a vacina desenvolvida por Kamaleya, de Moscou, não respondeu imediatamente aos pedidos de comentários.

Kuroka falou em uma entrevista coletiva onde também anunciou o cancelamento de um contrato de US $ 1,6 bilhão (US $ 316 milhões) para 20 milhões de doses de covaxina, uma vacina COVID-19 fabricada pela Bharat Biotech na Índia. consulte Mais informação

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Acrescentou que o acordo é nulo e sem efeito porque a Anvisa não aprovou a vacina e que a Bharat encerrou relações com a representante e mediadora brasileira, Priscila Medicamendos.

A Polícia Central e o Senado estão investigando o negócio indiano em conexão com alegações de negligência. Em um comunicado na quinta-feira, Priscilla negou as acusações, enquanto Bharat afirmou repetidamente que o negócio seguia a lei e os procedimentos de aquisição comuns. consulte Mais informação

O Brasil relatou cerca de 20 milhões de infecções por vírus corona e mais de 550.000 mortes desde o surto, embora as mortes diárias tenham caído em mais da metade desde o pico em abril. O país tem a segunda maior taxa de mortalidade por COVID-19 do mundo, depois dos Estados Unidos.

($ 1 = 5,0490 arroz)

Relatório de Lisandra Paragassu e Anthony Botley; Editado por Paul Simao e Rosalpa O’Brien

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Tadday Köhler

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