Neon triplicou seu faturamento em busca de se tornar o maior banco para a classe trabalhadora do Brasil

quando Pedro Conred fundou o Banco Digital Brasileiro néon Em 2016, o jovem de 23 anos era estudante de administração e estava frustrado com o serviço e os custos associados à banca tradicional no seu país.

“Eu estava ganhando US$ 300 por mês para pagar US$ 200 por ano no banco”, lembra ele. “Era muito caro e o serviço era péssimo. relacionamento desastroso com os bancos existentes”.

Como muitos empreendedores fazem, Conred decidiu resolver seu problema: a falta de serviços financeiros acessíveis e acessíveis. Ele fundou a Neon especificamente com o objetivo de reduzir a desigualdade no Brasil, que é notório por ter uma grande lacuna entre os membros mais ricos de sua população e os moradores de baixa renda. o foco dela Sobre a população carente de bancos da classe trabalhadora brasileira.

“Eu queria ajudar as pessoas carentes no Brasil e dar-lhes educação financeira e um melhor relacionamento com os bancos”, disse ele ao TechCrunch em sua primeira entrevista a um jornal americano. “Começamos a oferecer um cartão pré-pago conectado a um aplicativo móvel, para que eles pudessem entender melhor suas despesas.”

O Conred afirma que o Neon foi o primeiro banco digital do Brasil que não cobrava nenhuma taxa – mensal, transação ou outra.

“Basicamente, devolvemos US$ 200 por ano para pagar a outro banco, enquanto os ajudamos a entender melhor sua vida financeira, obter crédito pela primeira vez na vida – e o crédito mais barato na época”, disse ele.

A Conred percebeu em algum momento que, se o Neon se tornasse o principal relacionamento com o cliente, teria que ser mais do que uma conta puramente digital. Por isso, agregou muitos produtos como cartões de crédito, empréstimos pessoais, empréstimos consignados, cashback no débito e diversas formas de pagamento.

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“Somos o maior player em crédito consignado no Brasil, já competindo com os grandes bancos”, disse Conred. “No nosso setor, se tentarmos fornecer crédito sem garantia, será difícil aumentar a penetração em mais de 50%.”

A abordagem da Neon parece ressoar com os residentes do Brasil, se o crescimento e o histórico de financiamento da startup são alguma indicação.

Em fevereiro, neon Amido uma Série D de US$ 300 milhões O faturamento da empresa foi de 1,6 bilhão de dólares, o que lhe deu oficialmente o status de unicórnio. O BBVA espanhol forneceu o valor integral, o que é notável, considerando que é um dos As maiores instituições financeiras do mundo. Segundo Conred, a exigência do BBVA ao investir era que levasse a rodada inteira.

“Eu tive que dizer às outras empresas para dizer não”, explica Conred. “Mas nósEE-los como uma grande parceria. Eles são investidores puramente minoritários, mas os consideramos muito estratégicos e diferentes do capital de risco e do private equity, pois têm muito conhecimento, principalmente na América Latina e no investimento em crédito.”

Em um comunicado na época, o presidente do BBVA, Carlos Torres Villa, disse que a Neon “provou ter uma proposta relacionada às necessidades financeiras dos brasileiros”, mostram os números de aquisição de clientes. Além disso, tem potencial para continuar crescendo rapidamente, considerando como está lançando produtos com tanta flexibilidade em um mercado com grande potencial como o Brasil.”

Então, quão rápido está crescendo? Suas métricas são impressionantes. A Fintech hoje tem quase 16 milhões de clientes divididos em dois segmentos: consumidores e pequenos empreendedores. Os primeiros representam 70% de sua base de clientes e os últimos 30%. Para empreendedores individuais, o Neon oferece mais do que apenas serviços bancários, mas também serviços de contabilidade semelhantes ao QuickBook.

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“Acho que somos o único banco no Brasil com foco neste setor”, disse Conred. “Por isso, projetamos nosso produto para melhor atendê-los.”

Embora Conred tenha se recusado a revelar números de receita difíceis, ele compartilhou que a Neon triplicou sua receita em 2021 e espera que a empresa pelo menos dobre este ano. Também no ano passado, a Neon dobrou sua base de funcionários de 800 para 1.600 e espera contratar mais 700 este ano. No geral, a Neon arrecadou US$ 726 milhões até o momento com patrocinadores como BlackRock, General Atlantic, Monashees, PayPal, Quona Capital, Vulcan Capital e outros. Hoje, tem 1.800 funcionários. Ela cresceu em parte por meio de uma série de aquisições estratégicas destinadas a aprimorar sua oferta.

Créditos da imagem: néon

“Pretendemos nos tornar o maior banco para trabalhadores comuns e de baixa renda do Brasil”, explicou Konrad. “Somos uma empresa com um objetivo. Toda vez que contratamos a alta administração de titulares, eles perguntam por que não perseguimos grandes clientes, que podem ter melhores margens de lucro. Eu digo a eles: não estamos aqui para isso. Queremos focar nesse segmento específico e ajudá-los a prestar um melhor serviço.”

Uma das maneiras pelas quais a Neon espera atingir seus objetivos é ajudando seus clientes a construir seu histórico de crédito. Por exemplo, oferece a vantagem de economizar se pagarem, digamos, a conta de luz três vezes seguidas. Também possui um produto de investimento que Conred descreve como “extremamente fácil de usar”.

A Neon ganha dinheiro em duas partes – 50% dos juros acumulados de seu negócio fiduciário e 50% da troca e da flutuação.

A empresa ainda não obteve lucro, pois se concentrou no crescimento, mas Conred espera que ela se mova “na direção do lucro em breve”.

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No futuro, o fundador está ansioso para explorar o talento tecnológico dos EUA com seu novo modelo de negócios híbrido flexível. Planos neon também Entre em novos setores de negócios, como seguros e outras alternativas de crédito, como empréstimos e garantias.

“Vemos o uso contínuo de inteligência de dados como uma ferramenta importante para dar mais crédito, possibilitando aprender mais sobre os clientes e ajudá-los a melhorar seus resultados”, disse Conred.

Swanhilda Müller

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