Novo ministro da Energia do Brasil enfrenta batalha ascendente para mudar fórmula de precificação da Petrobras – Fontes

BRASÍLIA, 17 Mai (Reuters) – O recém-nomeado ministro de Minas e Energia do Brasil, Adolfo Sachida, enfrentará oposição da Petropras (PETR4.SA) se pressionar para remover os custos de importação dos cálculos de preços de combustível da estatal, dizem fontes. Coisa.

Sachida apoiou a medida como forma de aliviar a pressão sobre os preços ao consumidor em meio ao aumento dos preços da energia, mas a administração da Petrobras está profundamente preocupada em ignorar os custos de frete e seguro ao calcular o saldo global de preços.

O presidente Jair Bolsanaro culpou os lucros recordes da Petropras em meio à inflação de dois dígitos, prejudicando suas chances de reeleição este ano, mas seus movimentos para substituir um funcionário pelo próximo tiveram pouco impacto na política de preços.

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A Petróleo Brasileiro SA, uma conhecida agência governamental, é responsável por mais de 80% da capacidade de refino do Brasil, mas monitora os custos globais de energia ao determinar os preços dos combustíveis domésticos de acordo com as regras da empresa.

A Petroproz disse à Reuters em comunicado que é “fundamental” incluir o custo das importações para estabelecer preços competitivos no Brasil, o importador líquido de combustíveis, a fim de reduzir os importadores e evitar a escassez de combustível.

O Ministério de Minas e Energia não respondeu a um pedido de comentário.

Sachita, que foi nomeado chefe do ministério na semana passada após a demissão do ex-ministro Bolsanaro em conexão com o aumento do preço do diesel, ainda não falou sobre medidas específicas para controlar os preços dos combustíveis. consulte Mais informação

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Em março, a Reuters informou que funcionários do Ministério da Economia, onde Sachita trabalhava, estavam pedindo à Petropras que reduzisse os custos de importação de seus cálculos de preços. consulte Mais informação

Duas fontes do governo, que não quiseram ser identificadas, disseram que Sachita apoiou a medida. Mas quatro funcionários da Petrobras disseram à Reuters que o atual governo não aceita nenhuma mudança na fórmula de precificação do combustível.

“Encontrar outro cálculo não muda o fato de sermos importadores de combustíveis. Os preços são determinados pelo mercado”, disse um deles, que é anônimo porque as discussões são pessoais.

Outra prova é que essa ideia parece impossível porque afastaria importadores de combustíveis do mercado nacional, que a própria Petrobras não conseguiria suprir integralmente.

Dois executivos da empresa disseram que qualquer decisão sobre a nova fórmula de preços deve partir do conselho da empresa.

Apesar de Bolsanaro ter tido pouca dificuldade para mudar o presidente da Petropras, ele teria que mudar a diretoria em uma assembleia de acionistas que levaria pelo menos 40 dias para tal ação, como fez em abril e no ano passado.

De acordo com as regras da empresa, o CEO deve ser um membro do conselho.

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Reportagem de Bernardo Carrom em Brasília, Rodrigo Vica Care no Rio de Janeiro e Sabrina Vale em Houston; Escrito por Marcela Ayres; Edição por Brad Haynes e Marguerite Choi

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Tadday Köhler

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