Brasil bateu recorde de um dia de casos de vírus corona

Em 18 de junho de 2021, um agente de saúde atende um paciente com doença coronavírus (COVID-19) na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Ronaldo Casolla, no Rio de Janeiro, Brasil. REUTERS / Pilar Olivares

RIO DE JANEIRO, 23 de junho (Reuters) – O Brasil registrou 115.228 novos casos confirmados do vírus corona nas últimas 24 horas, informou o Ministério da Saúde na quarta-feira. Finalmente ganha força.

O Brasil tem o maior número de mortes COVID-19 do mundo fora dos Estados Unidos, com mais de meio milhão de vidas perdidas, de acordo com os números oficiais do ministério.

Muitos países vizinhos no Brasil e na América do Sul viram explosões ainda maiores neste mês, graças às taxas de vacinação mais altas do que a situação nos Estados Unidos e na maioria dos países ricos. consulte Mais informação

A média de sete dias do Brasil para novos casos e mortes por vírus corona é agora a mais alta do mundo, superando a Índia na semana passada Dados compilados Emitido pela Reuters.

O Brasil marcou a marca de 500.000 mortes de COVID-19 no fim de semana com protestos em todo o país contra a forma como o governo está lidando com a epidemia.

Segundo o Ministério da Saúde, apenas 12% dos brasileiros demoram a liberar vacinas no país com imunizações completas. Os esforços foram acelerados recentemente, com alguns estados, como São Paulo, prevendo cenas para todos os adultos até setembro.

O governo do presidente Jair Bolsanaro foi acusado de atrasos na obtenção de vacinas e de não responder às concessões iniciais feitas pela Pfizer (PFEN) no ano passado.

Em vez disso, o governo celebrou um acordo para uma vacina mais cara fabricada pela Bharat Biotech na Índia.

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Um painel do Senado está investigando as alegações contra Bharat em meio a uma investigação detalhada sobre a resposta do governo.

Um funcionário do Ministério da Saúde brasileiro enfrentou pressão interna de assessores do então ministro da Saúde, Eduardo Pasuello, para comprar o Bharat Shot de advogados. consulte Mais informação

Em uma coletiva de imprensa na quarta-feira, o secretário presidencial de Bolsanaro, Onyx Lorenzoni, disse que o acordo com a Bharat não teve influência e que as vacinas não eram caras.

O ministério da saúde não respondeu a um pedido de comentário sobre as alegações.

O painel na quarta-feira também convidou representantes do Facebook (FB.O), Google (GOOGL.O) e Twitter (TWTR.N) para testemunhar perante o painel, pois avalia possíveis ofensas relacionadas à desinformação online sobre COVID-19. consulte Mais informação

Relatório de Fred Fonseka, editado por Jack Spring Edição de Brad Haynes

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Tadday Köhler

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