O projeto GFI explora a vasta biodiversidade do Brasil em busca de proteínas vegetais alternativas

17 de junho de 2021 — The Good Food Institute (GFI) lança The Biomass Project no Brasil, um projeto de financiamento de pesquisas sobre a conversão de espécies de plantas nativas da Amazônia e serotonina em alimentos, que devem fornecer alimentação sustentável para a indústria de proteína alternativa. população.

Serão investidos até $ 135.000 (US $ 26.700) em um projeto, com financiamento para ensaios com foco em quatro espécies amazônicas (papas, kurana, kapuas e castanha do Brasil) e três (baru, macaba) do Serato. E pequi).

No Brasil, uma nova espécie e planta é descoberta a cada três dias, com destaque para o GFI. Com uma biodiversidade tão abundante, as espécies de plantas nativas do Brasil têm grande potencial para promover a conservação da floresta, sustentar produtos não cárneos e impulsionar o crescimento econômico local.

“O potencial das plantas nativas brasileiras não se reflete menos em supermercados, feiras e comidas brasileiras. Com isso, a comunidade deixa de aproveitar os benefícios que vêm dessa riqueza”, disse Cristiana Ambiel, gerente de ciência e tecnologia da Gfia.

“No que diz respeito aos organismos alimentares, a comunidade não se beneficia do alto valor nutricional das espécies nativas brasileiras. Embora naturalmente rico, essa riqueza deve ser usada com sabedoria. Este pode ser o melhor passo para a humanidade no futuro. ”Clique para ampliarA inteligência de mercado do Innova sugere que mais de 80% dos latino-americanos precisam fazer mais por parte da indústria e dos líderes nacionais para fortalecer as cadeias alimentares sustentáveis.

Abertura de espécies de plantas brasileiras
O projeto é financiado pela Fundação Climate Land and Utility Alliance (CLUA). Esta é uma ambição de prazo oportuna, já que uma análise recente da tendência industrial voltada para as plantas sugere que os alimentos de origem animal podem começar a cair após o pico do “pico da carne” em 2025.

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A GFI Brasil realizou um estudo para selecionar as melhores plantas nativas para a produção de proteínas alternativas, levando em consideração o potencial técnico e econômico de cada organismo. Além disso, visa desenvolver ferramentas e métodos de acesso aberto que forneçam alimentos saborosos, sustentáveis ​​e acessíveis.

A organização analisou o número de comunidades produtoras, o volume de produção e a maturidade da cadeia produtiva para obter resultados econômicos.

Para a análise de viabilidade técnica, foram utilizados critérios como composição química dos produtos, eficiência técnica e características nutricionais.

Com base nesses fatores, a GFI Brasil determinou que castanha do Brasil, mamão, kapawasu, macaba, baru, pecchi e guaraná têm o maior potencial para o desenvolvimento sustentável de produtos proteicos alternativos no Brasil e além.

A organização espera que isso leve a produtos como farinha descongelada; Concentração de proteína e / ou isolamento de proteína; Biodegradável com alto teor de fibras; Fibras solúveis ou insolúveis; Pigmentos, óleos e gorduras naturais; E melhorar as propriedades técnicas e nutricionais de outros ingredientes e produtos finais que podem ser usados ​​para alimentos à base de plantas.

Baseado na planta brasileira que adora carne
O Brasil é atualmente o terceiro maior mercado consumidor de carne do mundo, atrás da China e dos Estados Unidos. Apesar disso, a revolução vegetal já começou a se firmar na região, como evidenciado pelas novas introduções locais de marcas vegetarianas, como a Facenda Futuro (Fazenda do Futuro).

Oportunidades de células Oportunidades de mercado para carnes Da mesma forma amadurecem, o que em breve chegará à mesa brasileira. A Alep Farms celebrou recentemente um novo acordo com a empresa global de carnes e alimentos PRF para integrar e produzir carne de fazenda usando a plataforma de produção patenteada Bioform da Alep para o mercado amante da carne.

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Identifique as principais oportunidades de pesquisa
Os principais temas potenciais de pesquisa para o projeto de biomassa incluem a identificação de aplicações para resíduos ou subprodutos industriais ou agroindustriais, bem como a melhoria e melhoria do processo de obtenção de materiais por meio de métodos ecológicos.

Além disso, a pesquisa pode se concentrar no desenvolvimento de produtos para aplicações de produtos à base de plantas que aumentem as propriedades sensoriais de aparência, cor, sabor e textura, ao mesmo tempo em que aumentam as características nutricionais, reduzem o custo do produto final e criam produtos com uma aparência limpa apelo rótulo.

A GFI Brasil convida os pesquisadores a enviar suas inscrições até 13 de julho. Os projetos devem ser concluídos em até 12 meses e desenvolvidos no Brasil.

Dra. Catherine de Matos, Diretora de Ciência e Tecnologia da GFI Brasil, explica:

“Esta pesquisa se concentrará em estabelecer caminhos para a avaliação de organismos nativos, expandindo as informações técnicas sobre eles e expandindo o uso do enorme potencial natural desses organismos como materiais em produtos de base vegetal, para aumentar o crescimento econômico regional”.

Em abril passado, mais de 60 participantes e partes interessadas na GFI e no espaço de proteínas alternativas pediram ao governo federal dos EUA em abril passado que tornasse o investimento em ciência e tecnologia de proteínas al-proteínas uma “prioridade nacional” no orçamento de 2022.

Escrito por Benjamin Ferrer

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