Atualização de 1 de junho – lançamento industrial brasileiro permanece inalterado, escondendo fraqueza

(Inclui detalhes nos números de janeiro a junho)

Por Jamie McGeever

BRASÍLIA, 3 de agosto (Reuters) – A produção industrial brasileira manteve-se estável em relação ao mês anterior, em junho, com crescimento de 12,9% no primeiro semestre deste ano. -19 Infecção.

No entanto, o banco de estatísticas IBGE informou em junho que a publicação foi pesquisada em três das quatro principais categorias econômicas e em 14 dos 26 setores.

A pesquisa da Reuters com economistas não previu com precisão qualquer mudança para o mês, enquanto o aumento de 12,0% em relação a junho do ano passado foi ligeiramente superior à previsão de crescimento de 11,8%.

O gerente da pesquisa do IBGE, André Macito, disse que os efeitos da segunda onda da epidemia deste ano ainda estão sendo sentidos em todo o setor.

“No setor industrial, são muitos os desafios colocados pelas medidas de controle, como baixa produção, dificuldade de obtenção de matéria-prima e aumento dos custos de produção”, disse Macido, acrescentando que o alto desemprego também afeta a demanda.

O IBGE informou que 14 dos 26 setores tiveram queda na produção em junho, sendo a maior perda uma queda de 3,8% na produção de veículos automotores e peças.

As emissões de uma das quatro principais categorias – bens de capital – aumentaram em junho, informou o IBGE.

Na comparação com junho do ano passado, a produção global cresceu 12,0% devido aos efeitos básicos. No entanto, dados do IBGE mostram que o setor industrial é 16,7% menor do que seu pico em maio de 2011.

Tadday Köhler

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