Paulsonaro muda para limite de gastos no Brasil após eleição

O presidente brasileiro Jair Bolsanaro fala na cerimônia de posse dos primeiros médicos do projeto “Médicos Belo Brasil” em 18 de abril de 2022 no Palácio do Planaldo em Brasília, Brasil. REUTERS / Adriano Machado

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BRASÍLIA, 29 Abr (Reuters) – O presidente brasileiro, Jair Bolzano, disse nesta sexta-feira que buscará mudar as regras de gastos do governo após as eleições de outubro para conscientizar os formuladores de políticas econômicas e permitir mais investimentos em infraestrutura.

Três funcionários do Ministério da Economia, anônimos para discutir disputas internas, disseram que o ministério não recebeu nenhuma ordem para estudar a mudança no limite constitucional de gastos e se opõe à flexibilização das regras fiscais.

Polsanaro foi deixado para trás pelo ex-presidente de esquerda Luiz Inácio Lula da Silva nas pesquisas de opinião, que repetidamente pediram que ele derrubasse o teto de gastos. Analistas alertam que o titular de direita pode recorrer a propostas econômicas cada vez mais populistas para estabelecer as bases para uma corrida mais polarizada.

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Bolsanaro prometeu uma política econômica herdada e uma privatização de alto custo em 2018, mas não cumpriu a maioria dos planos e se baseou fortemente em subsídios de energia e gastos sociais para aumentar sua popularidade.

“No ano passado, tivemos cerca de 300 bilhões de rúpias (US$ 61,3 bilhões) em receita, mas nem um centavo disso pôde ser gasto em infraestrutura devido a restrições de gastos”, disse Bolzano em entrevista à rádio.

“Muitas pessoas estão dizendo que isso é algo que precisa ser mudado. Vamos deixar para o futuro e discutir essa questão após a eleição”, acrescentou.

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O limite de gastos foi aprovado pelo Congresso brasileiro em 2016, alterando a Constituição para restringir o crescimento do orçamento federal ao ritmo da inflação.

A regra é vista como um grande anúncio da política monetária, embora o governo Bolsanaro tenha aberto exceções este ano para permitir mais gastos públicos.

O Ministério da Economia também propôs novas formas de financiamento dos gastos públicos, incluindo a venda de imóveis públicos no mês passado para arrecadar fundos para programas de alívio da pobreza e investimento público.

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Reportagem de Ricardo Brito; Escrito por Gabriel Arrojo e Marcella Ayers; Edição por Brad Haynes, Paul Simão e Rosalba O’Brien

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Tadday Köhler

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