Comércio reitera boicote do Brasil à medida que país insiste na formação de títulos patrimoniais

O grupo de empresas recentes Nandos, Okado e Woolworths, que assinou recentemente uma carta instando os legisladores brasileiros a rejeitar uma nova proposta de uso da terra que poderia agravar ainda mais o desmatamento na região amazônica, insta o país a unir esforços para combater o desmatamento. Para títulos soberanos.

Os legisladores estão debatendo reformas controversas nesta semana

No início deste ano, supermercados, cadeias de alimentos, fornecedores e fabricantes ameaçaram boicotar os produtos brasileiros se os legisladores não melhorassem as leis destinadas a proteger a floresta amazônica. Marcas como Sainsbury’s Tesco e Marks & Spencer assinaram a carta original enviada em maio.

Os comerciantes pediram aos legisladores que não aprovassem uma nova proposta legislativa chamada PL 510/21. A medida está sendo apelidada de “Land Grab Bill” por grupos ambientalistas, incluindo as sextas-feiras para o futuro.

O Brasil deve votar alguns aspectos da lei esta semana. Antes das negociações, o grupo Nando’s Okado The Woolworths e todo o departamento de ração animal holandês assinaram uma carta ameaçando boicotar o Brasil se a lei fosse aprovada.

De acordo com a nova lei, as empresas do setor privado ou proprietários privados serão autorizados a transferir terras ocupadas por comunidades locais até 2014. Pelas regras atuais, os terrenos devem estar devolutos desde 2011.

Além disso, para obter o título de propriedade do terreno, os novos proprietários não precisam de uma inspeção no local – apenas mais uma alteração dos requisitos atuais. O projeto permitiria que aqueles que atualmente ocupam terras ilegalmente se candidatem a um título formal, enquanto muitos grupos verdes querem voltar a publicar tais terras.

Risco de título de soberania

Em notícias relacionadas, um Novo relatório do Planet Tracker e do Grantham Research Institute Instou o país a emitir um “título soberano vinculado ao desmatamento” para financiar a recuperação verde.

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Pesquisas feitas por organizações alertam que o Brasil pode ficar para trás à medida que outros países avançam com obrigações e políticas líquidas zero para enfrentar as mudanças climáticas e o atual colapso ambiental.

Atualmente, os investidores que detêm US $ 113 bilhões em títulos soberanos brasileiros estão em risco à medida que os mercados de capitais se movem em direção a padrões mais verdes. O relatório diz que abordagens históricas para reduzir sua base de capital natural por meio do desmatamento estão levando o risco de investimento para frente.

Em resposta, o Brasil foi instado a reformar os gastos públicos e acabar com os subsídios que estimulam práticas de agronegócio sustentáveis. Uma recomendação importante é criar um vínculo que esteja vinculado à eficácia da mudança do desmatamento.

“Um título soberano vinculado ao desmatamento é uma ótima maneira para o Brasil conectar suas aspirações financeiras e de sustentabilidade com os mercados de capitais”, disse Peter Elwin, diretor dos programas do Programa de Renda Fixa e Uso da Terra do Planet Tracker.

“O desmatamento está esgotando a base de capital natural do Brasil e ameaçando sua saúde econômica, e o lançamento de uma DLSP seria uma forte declaração do Brasil, que visa seguir um caminho diferente”.

Matt Moss

Tadday Köhler

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